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Igreja de Santa Maria dos Olivais

A Igreja de Santa Maria dos Olivais, também referida como Igreja de Santa Maria do Olival, localiza-se na margem esquerda do rio Nabão.

Erguida no século XII, foi a sede da Ordem dos Templários no país, tendo servido como panteão dos mestres da Ordem. Diante da extinção da Ordem, esta igreja tornou-se a cabeça da Ordem de Cristo, tornando-se na matriz de todas as igrejas do Império Portugês, com honras de Sé Catedral. Classificada como Monumento Nacional desde 1910, é um dos exemplares mais emblemáticos da arte gótica em Portugal tendo servido de modelo às igrejas de três naves construídas até ao período manuelino.

Em relação à igreja, foi reparada a pedraria do pórtico, desentaipada a fachada norte, suprimido o coro e alguns altares pouco importantes. Arranjou-se a capela-mor e as naves, deu-se ao templo um toque de antiguidade, mantiveram-se algumas das obras iniciadas por D. Manuel e terminadas por D. João III. Ao invés, trabalhos quinhentistas tiveram uma acção nefasta, destruindo a maioria das pedras tumulares e das epigrafias, talvez vinte e duas (só restaram quatro).

A fachada principal da igreja, marcada por três corpos, ostenta uma imponência arquitectónica invejável. O corpo central, firmado entre dois outros, maiores, apresenta um pórtico formado por arquivoltas assentes em capitéis rudes. Ao alto, um Signo Saimão, presidindo ao conjunto, uma ampla rosácea de doze folhas trilobadas. Nos corpos laterais, rasgam-se duas janelas trilobadas de duplo espelho. Interiormente, o templo tem três naves em cinco tramos, com os arcos erguendo-se de feixes de colunas de secção poligonal. Tecto em madeira e ligação da ousia à nave sem transepto. Sobre a empena alta do arco mestre, um espelho que sugere uma suástica

Da capela-mor, escolhemos como ponto de destaque a bela imagem da Senhora da Anunciação. É uma escultura de pedra poli cromada, quinhentista, em tamanho n; (1,680 metros). Embutida na parede do Evangelho, o mausoléu de D. Diogo Pilheiro, bispo do Funchal. Profusamente de do, tem a data de 1525 no arco da edícula.

As capelas laterais do lado da epístola têm os altares revestidos de azulejos face dos frontais. Abrem para a nave por arcos quinhentistas de pedraria. Quanto as duas capelas colaterais, são também revestidas a azulejos seiscentistas.
Uma igreja, em suma, que é um orgulho para todos os tomarenses.

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